Porque você está me olhando.
você não vai me decifrar.
Agora não compreenderás minhas palavras, pois não está nelas.
Em minha queda, eu enxergo tudo de outra forma, tudo em todo.
Fui exonerada da espécie.
E quando eu já não me importo, isso perde a força, a cor, a forma, a vitalidade.
Isso me domina, me encontra.
Segure minhas mãos frias, por longos dias, toque minha alma, me sinta, me veja, enquanto você se afasta, meu coração congela.
Me cubra entre seu véu, de pureza, enquanto me enfeitiça como o demônio, dança como o vento, e me condena com seu perdão, me conduza a uma subvida.
Cravaste uma estaca em meu peito, invadiste minha eternidade, e enquanto ainda era um sonho, devoravás minha fé, e brindava com meu sangue, enquanto havia súplicas, e uma fração de vida em mim, você me sugava.
Mas não me faça promessas, pois elas sumiram no exato instante, em que há disseste.
Cravaste uma estaca em meu peito, invadiste minha eternidade, e enquanto ainda era um sonho, devoravás minha fé, e brindava com meu sangue, enquanto havia súplicas, e uma fração de vida em mim, você me sugava.
Mas não me faça promessas, pois elas sumiram no exato instante, em que há disseste.
Meu lugar, é ao lado solidão.
Mas quando solitada fui, necessária, fui o bastante ? Por isso estamos, exatamente aqui, sem regressar a um ponto de partida. Tudo tem um um custo, você jamais saberá o meu.
Vou vagar pela eternidade, libertar-me do cativeiro. Vou passar de perseguir cadáveres, mas não contei a ninguém, há um cadáver no lugar do meu em minha sepultura.
E ao fim da minha morte, beba meu sangue em seu cálice de vitória.
Isso me torna uma mentirosa ? negar que te tornei meu mundo.
Não deseje é pecado, quando se cumpre se torna um castigo.
E quando você se divide há alguém, perde-se a pureza.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Campo solitário
E hoje, corro descalça, entre veredas de um campo solitário, de flores já secas, porém ainda não mortas, e já não sinto o perfume que me cegava, e então isso me fere, mas eu continuo correndo, e sinto uma leve brisa soprar meus cabelos, sinto-me correndo para longe, e uma voz ecoa dentro de meu interior, você está livre, corra, corra, fuja daqui, esses galhos já não fazem mais parte de ti, esses espinhos já não te ferem mais, e este solo já não te aprisionará, a água desta chuva já não alimenta a tua dor. Não importa a qual campo pertencerás, borboletas te visitaram, e raios de sol te acompanharão, pequena petála semeará, novos campos solitários, e sementes que novos campos cultivarão. Esse lugar já não é mais teu, tu não pertence há esse lugar, esses frutos podres estão mortos, e não podem mais te contaminar. Não acredito mais, na neblina que tenta ofuscar minha visão, mesmo que pareça um labirinto, eu que eu esteja dando volta em circulos, eu corro, e continuo correndo, e sempre há uma saida, talvez não há esteja encontrando, porque é pela mesma porta pela qual eu entrei. Sinto-me a própria liberdade livre, novamente. Você não pode se perder na floresta, se não entra nela. Não é minha pretensão, mudar as coisas, mas elas mudam, inevitavelmente.
sábado, 31 de julho de 2010
Eu não sei.
Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, a não ser que esteja amaldiçoado! e essa maldição se quebrará diante de seus olhos. Não sufoque as pessoas, elas não são sua propriedade, um dia agente aprende, mas foi bom enquanto durou, vida breve, adeus castigo, e eu já me perdoei! enfim, acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto...
... Vou começar do inicio, vou ser mais sincera comigo mesma, então posso enfim recomeçar, eu te peço não seja minha sombra, mas que seja minha guia, meu escudo, ande ao meu lado. Eu não quero mais sentir coisas ruins, eu quero me curar do que apenas existiu dentro da minha cabeça, mas ainda estou me recomçando por mim, e por quem não merece que eu perca minha esperança, por hoje estou bem, amanhã não sei, como vou estar me sentindo, vou dar passo a passo, reaprender a andar, recomeçar, e preciso da companhia das pesoas que são importantes pra mim, meus amigos, minha familia, e quem mais merecer, quem tomar parte da minha confiança, foi um corte e lento e profundo, que me deixou cicatrizes, mais sei que ainda estou viva, estar viva é o bastante, eu sei que sobrevivi a destruição, e posso levantar das cinzas, do abismo, sentir novamente o vento soprar a meu favor, e não quero mais ser vista como apenas a que comete os mesmos erros, se for pra errar, quero errar por coisas novas. NÃO QUERO MAIS COMETER OS MESMOS ERROS! enfim, seguindo os teus conselhos. Nunca diga pra alguém ir embora, se realmente não quieseres que ele se vá, pois um dia ele sairá porta a fora e nunca mais voltará, e tu perderá teu chão.
Quero ser o perdão, e não mais o orgulho, quero ser a vida e não mais a que se arrasta sobre ela, quero tudo por inteiro, nada pela metade me serve, quero te trazer alegria, te transmiti-lá, e não mais conviver com a tristeza, eu quero isso eu desejo, e tu estava errado, ao afirmar-me que quem se acostuma com a dor, não consegue conviver mais com a calma. Eu sinceramente, quero que se prove que tu estavas errado. E me contradizendo quero perder meu chão novamente, por algo novo, talvez antigo, mas restaurado, que valha a pena, mais preciso de algo novo, anseio por descobertas. Eu quero ser a compreensão e não o juiz. Eu aprendi a perdoar para poder ser perdoada, eu aprendi a ser perdoada, para perdoar, eu não quero mais ser o SURTO, e sim a calmaria.
Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, a não ser que esteja amaldiçoado! e essa maldição se quebrará diante de seus olhos. Não sufoque as pessoas, elas não são sua propriedade, um dia agente aprende, mas foi bom enquanto durou, vida breve, adeus castigo, e eu já me perdoei! enfim, acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto...
... Vou começar do inicio, vou ser mais sincera comigo mesma, então posso enfim recomeçar, eu te peço não seja minha sombra, mas que seja minha guia, meu escudo, ande ao meu lado. Eu não quero mais sentir coisas ruins, eu quero me curar do que apenas existiu dentro da minha cabeça, mas ainda estou me recomçando por mim, e por quem não merece que eu perca minha esperança, por hoje estou bem, amanhã não sei, como vou estar me sentindo, vou dar passo a passo, reaprender a andar, recomeçar, e preciso da companhia das pesoas que são importantes pra mim, meus amigos, minha familia, e quem mais merecer, quem tomar parte da minha confiança, foi um corte e lento e profundo, que me deixou cicatrizes, mais sei que ainda estou viva, estar viva é o bastante, eu sei que sobrevivi a destruição, e posso levantar das cinzas, do abismo, sentir novamente o vento soprar a meu favor, e não quero mais ser vista como apenas a que comete os mesmos erros, se for pra errar, quero errar por coisas novas. NÃO QUERO MAIS COMETER OS MESMOS ERROS! enfim, seguindo os teus conselhos. Nunca diga pra alguém ir embora, se realmente não quieseres que ele se vá, pois um dia ele sairá porta a fora e nunca mais voltará, e tu perderá teu chão.
Quero ser o perdão, e não mais o orgulho, quero ser a vida e não mais a que se arrasta sobre ela, quero tudo por inteiro, nada pela metade me serve, quero te trazer alegria, te transmiti-lá, e não mais conviver com a tristeza, eu quero isso eu desejo, e tu estava errado, ao afirmar-me que quem se acostuma com a dor, não consegue conviver mais com a calma. Eu sinceramente, quero que se prove que tu estavas errado. E me contradizendo quero perder meu chão novamente, por algo novo, talvez antigo, mas restaurado, que valha a pena, mais preciso de algo novo, anseio por descobertas. Eu quero ser a compreensão e não o juiz. Eu aprendi a perdoar para poder ser perdoada, eu aprendi a ser perdoada, para perdoar, eu não quero mais ser o SURTO, e sim a calmaria.
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